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sábado, 3 de junho de 2017

Mãe das Sombras


Quem vem até mim?

               Seu servo e consorte                 
A Besta a qual vc monta

Onde me ergo?
Da espiral das sombras venho e me ergo no fogo
Com a espada nos meus pés e vindo pelas  minhas coxas levo pela descida
Meu ventre é o caminho, o início e o fim
Nas sombras meus filhos se deitam aos meus pés. Nas sombras sussurram meu nome
Chamo a mim minha besta. Aquela que retira meu véu e abre as portas
No meu ventre o sangue negro ferve, abrindo o caminho e queima. Do sangue eu me alimento.
Qual é meu nome?
No sangue eu deito, das sombras eu vim e no fogo eu danço. Do fogo eu venho e no sangue eu me alimento. Quem eu sou?

LILITU!                  
Mother of Blood!            
Baphomet, Mistress of Darkness

Com a besta venho e nela eu monto. Seu sangue é meu alimento, seu prazer é meu alimento. Seu sangue é meu prazer e da minha carne ele se verte. Da sua carne eu como e seu sangue eu bebo
Quem eu sou?

Dark Mother Divine

Me alimento dos meus filhos e eles eu consumo. Bebo seu sangue. Eu sou o sangue, eu sou o prazer, a carne que queima. No fogo eu danço, eu sou o fogo negro que consome no ventre negro. As portas eu abro, pelo ventre eles vem. No meu sangue negro eles dançam, dos meus seios eles se alimentam, sua dor é meu prazer, meu prazer queima como o fogo do sol negro. Do prazer eu venho, eu sou o prazer que queima. A carne. O caminho o início e o fim. Eu sou a mãe e a consorte.                    
A mãe negra e a consorte escarlate                     
Eu sou Babalon, sou Lilith, a fornicaria, a mãe das sombras

Por Kaligula & AShTarot Cognatus

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Marcelo Motta e Krishna


Comentário de um texto de Marcelo Motta em que cita Krishna. Enviado p/a lista de discussão [livro_das_mentiras] em 2001:


××××××××××××××××××××××××××××××××××××××××××

×× 93 ---- IO Pandaemonaeon ---- 696 ××
×× ? Zazaz Zazaz Nastatana Zazaz ! ××
××××××××××××××××××××××××××××××××××××××××××

Saudações Sinistrae a todos da Lista!

> O Cristianismo começou há muitos milhares de anos na Ásia, com um grande homem hindu chamado Krishna que foi assassinado por um rei malvado.

Essa frase contêm um erro grave cometido pelo Motta. Krishna nunca foi hindu. A palavra hindu até onde eu sei é uma palavra pejorativa inventada pelos muçulmanos durante a sua invasão a Índia  Antes disso as pessoas se referiam a sua religião como Sanatana-Dharma, ou religião eterna.

> Quando Krishna morreu, alguma coisa sobreviveu à sua morte. Agora, ninguém sabe ao certo o que sobreviveu, e é mentira dizer que Krishna "ressuscitou"; mas os amigos e discípulos de Krishna sentiram, em seus corações e em suas mentes, que alguma coisa essencial da individualidade de Krishna ainda vivia
dentro deles, e tentava ser tão amiga deles (e tão crítica dos defeitos deles) quanto Krishna tinha sido enquanto vivo. Esses amigos e discípulos de Krishna concluíram, dessa experiência, que a morte não é o fim da vida, mas uma mudança de forma de vida - pelo menos, para gente como Krishna. Portanto eles tentaram explicar para todo mundo que esta verdade que eles tinham descoberto a respeito de Krishna talvez fosse verdade a respeito de todo mundo, e que uma mulher ou um homem que quisesse poderia cultivar em sua alma o tipo de qualidades que talvez sobrevivam à nossa morte e sejam úteis aos nossos amigos. (N.E.2)

Aqui acontece outra falha de entendimento do Motta. Krishna não morre pq a alma é eterna. Mas ele não é simplesmente uma alma espiritual (jiva), ele é a Superalma (Paramatman) q está dentro da essência de todo ser. Sendo assim ele não está preso ao circulo de nascimento e mortes (samsara). Segundo o Gaudya Vaishnavismo (conhecido popularmente como Hare Krishna), Krishna ainda possui muitos avatares, entre eles Cristo e Buddha.

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> (N.E.2) Alertamos leitores de mentes imaginativas e prurientes que o mencionado aqui não está se referindo de maneira alguma às idiotices "kardecistas" e afins, que "brincam" com a sujeira de "cascões" dos mortos, ou vice-versa, senão veja-se o que se diz a seguir.
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> Você precisa compreender que isso não era apenas "filosofia" ou "teologia": isso era um fato, experimentado pelos amigos de Krishna em seus próprios seres interiores. Eles saíram pelo mundo conhecido espalhando esta, que eles consideraram uma boa nova, a qualquer pessoa disposta a ouvi-los; e se surpreenderam ao descobrir que muitas outras nações tinham tido a mesma experiência: algum grande homem ou mulher morrera e, no entanto, alguma coisa da individualidade deles parecera sobreviver em algum lugar (uma quarta dimensão, se você quiser), e inspirar seus amigos quando necessário. Portanto a experiência não era incomum! Nesse caso, ela podia ser estudada cientificamente.

Esses fatos ocorridos se devem ao fato da religião original ser o sanatana-dharma q segundo os Vedas se espalhou dos planetas celestiais até o nosso mundo através das Eras (yugas). Hoje por vivermos na mais degradada das Eras, a Kali Yuga, Era da hipocrisia e desavenças, as pessoas não conseguem gravar o conhecimento todo na mente. Por isso q na Kali Yuga surgiram as escrituras védicas, q foram compiladas a afim de q seguíssemos corretamente o dharma.

Dessas escrituras a mais importante p/os devotos de Krishna é o Bhagavad-Gita, q é um trecho do Mahabharata em q Krishna explica todo o processo da yoga a Arjuna, seu discípulo. Através desse livro podemos entender o q é alma, reencarnação, yoga, energia ilusória (maya), entre outros.

Eu sugiro a todos a leitura desse livro, e se possivel tb escutem a musica Gita do Raul Seixas. Tem tudo a ver ;)

Haribol!

Abraços,
Fr.'.Cognatus

Publicado no blog PanDaemonAeon no dia do aparecimento (aniversário) de Krishna em 28/08/13. 
Para saber mais sobre isso clique em: A Celebração do Aniversário do Senhor Sri Krsna


domingo, 5 de maio de 2013

O Jogo cósmico, o tear e a Serpente Sagrada



O Jogo cósmico, o tear e a Serpente Sagrada
AShTarot Cognatus


   A cada dia que se passa, torna-se cada vez mais obvio, o período intenso de transformação que estamos vivendo. Desde pequeno até o dia de hoje, sou atraído a determinados tipos de símbolos e sinais, que refletem minha própria natureza individual. A esses símbolos e sinais, adicionam-se as histórias que me atraem e que para mim são verdadeiros encantamentos aonde mitos podem ser vividos plenamente. Quando pequeno era atraído por histórias a respeito do fim do mundo, OVNIS e viajem no tempo. Hoje continuo atraído por tais histórias e cada vez mais vejo a teia que interliga todas essas histórias em raios de luz que criam todo um jogo cósmico ao qual é conhecido nos Vedas como MAYA. Segundo essa perspectiva, Maya é a ilusão que cobre nossa verdadeira percepção das coisas, e que também é nossa grande Mãe personificada na forma de Durga, conhecida também como Maha-Maya (a grande ilusão) e que é a responsável pelo mundo material. Em uma perspectiva tantrika percebemos que esse jogo cósmico (lila em sânscrito) é um jogo amoroso entre nosso grande pai (Shiva) e nossa grande mãe (Durga), que estão divididos a fim de unirem-se.

  Esses fios de luz que interligam todas as histórias foram conscientemente utilizados pelos Maias que aplicaram esse conhecimento no seu Tzolkin, um calendário que demonstra um padrão conhecido como o "Tear dos Maias". O Tzolkin é um calendário de 260 dias (chamado de Kins) que surge a partir da combinação de 13 tons galácticos e 20 selos solares. Com isso determinados tipos de energia podem ser traçados e trabalhados de forma consciente. Segundo o Dr. José Arguelles, P.h.D., Antropólogo pesquisador da cultura maia, trabalhar conscientemente com essas energias através do Tzolkin irá fazer com que fiquemos conectados aos ciclos da natureza, produzindo assim sincronicidades. Na visão de Jung, o aumento de sincronicidades é um fator associado ao encontro com o Self. Essas informações por si só me levaram a fazer uso do Tzolkin como prática diária, percebendo que ele pode ser uma chave de acesso a minha natureza interna, Self, que também pode ser representada como uma Serpente Sagrada.

Tzolkin
Segundo o trecho "A medicina da Serpente e o Calendário Maia", do livro " A Agenda Pleiadiana", o Tzolkin é todo baseado na Medicina da Serpente. A Serpente é Ahau Can, que cria novas presas de 20 em 20 dias. Essas 2 novas presas são representadas artisticamente junto com um losango de 13 escamas em cada lado, formando assim a freqüência 13:20.

 Freqüência 13:20 é um termo utilizado pelo Dr. Arguelles para caracterizar esse padrão do Tzolkin, que está em oposição a freqüência 12:60, que é artificial e está baseada nos 12 meses do ano/horas do relógio e os 60 minutos do relógio.

"Esses quadrados de 13 números são a base de todos os padrões de tecelagem e símbolos cósmicos de arte maia, isto é, os tecelões e artistas tecem repetidamente o padrão cósmico no tempo e jamais se afastam da marcação de tempo do Grande Calendário maior"
- Agenda Pleiadiana

É interessante notar que esses padrões que encontramos na arte maia, também podem ser encontrados na cultura dos indios Kaxinawá, aonde esses padrões aparecem na visão proporcionada pelo uso da Ayahuaska. Segundo eles, todo o conhecimento que eles tem advêm da Serpente Sagrada que lhes transmite o conhecimento através do uso da Ayahuaska.


MAGNUM OPUS CONTINUUM


MAGNUM OPUS CONTINUUM
Continuum da Grande Obra
por AShTarot Cognatus


"Eu digo a vós, é necessário ter o CAOS dentro de si, para estar apto a dar nascimento a uma estrela dançante. Eu digo a vós, vocês tem o CAOS dentro de si." Nietzsche

O ventre da Mãe Terra arde em chamas, traz a brusca mudança. O fogo ascendente realiza a sua transmutação alquímica. Queima tudo que é desnecessário e resta somente a essência. Ar, Terra, Fogo e Água. Elementos que ocultam uma quintessencia. Nessa quintessencia reside a pedra filosofal que transforma chumbo em ouro. Com a transmutação, o que antes era oculto, agora é revelado. Desse despertar surge liberdade e amor. Assim é a compaixão que vêem de nosso espírito guia e é fruto do jogo amoroso de nossa Grande Mãe e nosso Grande Pai. Possa essa estrela brilhar radiante entre o Sol e a Lua, e nos dar a graça de seguir seu fluxo continuo.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O Mito da descida ao PanDaemonAeon


O Mito da descida ao PanDaemonAeon
AShTarot Cognatus

"Eu irei descer aos altares de PanDaemonAeon"


É chegado o tempo de fazermos a descida ao PanDaemonAeon através da Espiral do Tempo. PanDaemonAeon é o ponto central dessa espiral, que é também o abismo infernal q na tradição cabalista tem o nome de Daath (Conhecimento). Esse abismo é o caminho que todos os Adeptos que almejam alcançar a Cidade das Piramides (1) deverão passar. Adentrando a esse reino infernal e caminhando em espiral podemos alcançar o PanDaemonAeon, a capital desse reino infernal. O PanDaemonAeon representa a total desestruturação do sistema de crenças, necessário para que o Adepto supere as dualidades e se torne um Magister Templi (2).

O Mito de descida ao PanDaemonAeon é o caminho que irá levar as pessoas a caminhar nessa espiral rumo ao PanDaemonAeon coletivo que ocorrerá em 2012, data profetizada pelos Maias como o fim de um grande ciclo (13 baktuns) e o inicio de outro. Esse paradigma se reflete em diversas culturas, dizendo-nos q deverá haver uma expiação necessária para que uma nova era muito melhor possa surgir. No calendário da paz estruturado por José Arguelles (Valum Votan), a expiação é deixar de lado o uso do falho calendário gregoriano, baseado na estrutura 12:60 (12 meses do ano/horas e 60 segundos/minutos do relógio) e adotar o uso do calendário da paz, estruturado na frequência de tempo 13:20 (13 tons e 20 selos). Isso faz com que deixemos de lado uma estrutura artificial de tempo que provoca uma desordenação mental e nos convida a seguir o fluxo de harmonia da natureza, sincronizando a nossa mente com os ciclos do sol-lua-galáxia, ocasionando uma reordenação mental. Essa proposta de harmonizar-se com o fluxo da natureza existe em diversas tradições que seguem um calendário lunar, o q permite haver sincronicidades ocorrendo. Entre essas tradições existe a Bruxaria que segue a roda do ano com 8 comemorações chamadas sabás e comemorações na lua nova ou cheia, chamados esbás.

Recentemente, dentro da Loja Belarion surgiu a ideia do desenvolvimento de práticas thelemicas, utilizando o modelo mágicko e iniciático da Bruxaria ao invés da utilização do sistema iniciático maçônico da OTO. A esse sistema mágicko e iniciático experimental, eu dei o nome de Bruxaria Thelemica. A Bruxaria Thelemica é a utilização de técnicas de Bruxaria na egregora da Dupla-Corrente de Horus-Maat. A Dupla-Corrente foi codificada por Nema por volta da década de 70 e harmoniza o trabalho diversas linhas como a Wicca, a tradição tantrika dos Adi-Nath, Zos Kia Kultus, entre outros, e incorpora essas técnicas a corrente thelemica, formando a Dupla-Corrente.

Ela e mais alguns adeptos fundaram a Loja Horus-Maat, uma Loja dedicada ao desenvolvimento da Dupla-Corrente. Esse trabalho de desenvolvimento tem ocorrido principalmente através do Trabalho da estrela de 11 pontas. Esse trabalho faz com que os participantes desenvolvam rituais durante 1 ano relacionado a uma esfera (sephira) da Árvore da Vida, escolhida p/ser o trono do magista durante esse período  Esses trabalhos são executados globalmente toda Lua Nova. Eu entrei p/a Loja Horus-Maat por volta do ano de 2001 (apesar de já praticar magia de maat anteriormente) e entrei p/o Trabalho da estrela de 11 pontas assumindo o Trono de Netzah, cuja divindade correspondente nesses trabalhos é Babalon. De lá pra cá, eu executei uma série de rituais relacionados a Babalon e foi então que comecei a estruturar a Loja Belarion e Bruxaria Thelemica do jeito que estão se manifestando nesse ano de 2003ev. Essa manifestação vêem ocorrendo definitivamente desde que resolvi assumir o Trono de Malkuth em outubro de 2002ev e está atingindo seu ápice nesse ano de 2003ev, profetizado por mim como o ano em que muitos vão despertar para a falsa estrutura linear do Tempo e vão começar a caminhada em espiral rumo ao PanDaemonAeon Coletivo de 2012ev. Esse é o momento que os Maias chamam de Encruzilhada da sua Árvore Sagrada. Essa encruzilhada ainda é chamada de "Caminho do Submundo" ou "Caminho obscuro", considerado ser o "Ventre da Grande Mãe" do qual nasceu o universo. Retransmitindo isso em termos thelemicos, nós vemos que isso é uma referencia clara ao ventre de Nossa Senhora de Babalon, que carrega em seu ventre o Bebê do Abismo, nome dado aos adeptos que se recusam a servir a Chorozon (a figura do adversário em thelema, representando o falso ego) e doam até sua ultima gota de sangue a taça de Babalon. O Livro de Babalon (Liber 49), canalizado por Jack Parsons (Belarion) é uma das primeiras canalizações envolvendo o cumprimento da fórmula do TETRAGRAMMATON na sucessão de Aeons. Segundo o Livro de Babalon, essa é a parte que faltava para completar o Tetragrammaton, o HE final representando a filha. Mais tarde Frater Achad identificou essa filha como sendo Maat e declarou que seu aeon (Ma-Ion) já havia se manifestado (MA-nifestat-ION). Depois esses conceitos são harmonizados através dos trabalhos de Kenneth Grant, Nema e outros q nos elucida sobre a sucessão de aeons, nos informando que eles não agem de forma linear.

Dando prosseguimento a isso, Orryelle Bascule-Defenestrate nos apresenta no ano de 1998ev, a formula do PENTAGRAMMATON, através do seu texto Zuvuya, um estudo dos Aeons. Lá ele trata desse processo de mudança de paradigma que está ocorrendo até 2012ev. Dentro desse processo está a substituição da fórmula Tetragrammaton (YHVH) pelo Pentagrammaton (YHShVH), na sucessão dos Aeons, expondo a quintessencia dos elementos que a tudo (Pan) permeia. Cada uma das letras do Tetragrammaton é correspondente a um elemento: Fogo, Água, Ar e Terra. A esses nós devemos adicionar o elemento espírito, o quinto elemento ou quinta-essência. Esse elemento chamado espírito, também conhecido como éter, está oculto no Tetragrammaton na forma de Yod e está exposto no Pentagrammaton na letra Shin (Sh). A letra Shin no Tarot é ligada ao Arcano XX, o Julgamento ou o Aeon, no Tarot de Thoth. Essa carta representa a ligação entre o plano espiritual (Shin) e material (Teth) formando assim a síntese entre eles representada por Set (ShT). Mostra a transmutação através do fogo alquímico do inferior p/o superior. Indica também que a consciência individual é uma parcela da consciência cósmica. Relacionado ao mito de descida ao PanDaemonAeon, demonstra uma continuação das Profecias, em especial, aquelas ligadas aos Aeons futuros.

Assim já temos definido o ponto de partida e o ponto de chegada do nosso mito. O ponto de partida se dá em 2003ev, representando Malkuth e vai ascendendo a Árvore da Vida, através do caminho conhecido como Serpente da Sabedoria, até chegarmos em Kether em 2012ev. Quando estivermos alcançado esse ponto teremos alinhado toda a nossa Árvore da Vida individual e a Árvore da Vida do Universo, nos preparando assim para o grande Ordálio de cruzar o abismo. Para aqueles que obtiverem sucesso nessa operação uma nova terra, lhes será dada. Essa terra é conhecida pelos thelemitas como Cidade das Piramides e na Bíblia ela é descrita no Livro das Revelações (Apocalipse) como a Nova Jerusalém  Estando nessa condição, a comunicação com entidades transplutonianas será uma constante fazendo com que a evolução do planeta Terra acelere, rumo as dimensões mais elevadas. Isso está velado nos mitos de Cthulhu e outros Grandes Antigos, escritos pelo profeta inconsciente H.P. Lovecraft. Esses mitos nos falam da vinda de Cthulhu e outros Grandes Antigos, que governaram a terra antigamente e foram presos em outra dimensão, fazendo com que seus poderes fossem negados. Fazem também uma revelação profética que quando as estrelas estiverem alinhadas eles voltarão, destruindo assim o nosso mundo. Na Magia de Maat os Grandes Antigos são conhecidos pelo nome de esquecidos e são representados pelos poderes negados ou adormecidos que residem nos nossos chakras. Os chakras também podem ser um reflexo dessas estrelas, pois eles estando alinhados, eles farão que os Grandes Antigos/Esquecidos sejam despertos e destruam o universo como o magista conhecia até então. Uma nova interpretação da realidade será dada e com isso um novo universo deverá surgir das cinzas do outro.

Voltando ao ponto de partida veremos que isso está sendo desenvolvido em minhas experiências no Trabalho da estrela de 11 pontas, as quais eu relato na lista [horus-maat]. O meu objetivo é juntar pessoas interessadas nessa exploração de descida ao PanDaemonAeon e juntos irmos decifrando profecias, estabelecer conexões mágickas e desenvolvendo-nos individualmente e coletivamente. Cada vez mais, estarei manifestando meios pelos quais esse mito poderá ser trabalhado e os interessados poderão ir se alinhando conforme a sua Vontade.

Interessados podem contatar o autor pelo email: cog93@...
ou pela lista em português da Loja Horus/Maat: http://br.groups.yahoo.com/group/horus-maat

Notas:
1 - A Cidade das Piramides se trata de uma referencia a tríade superior da Árvore da Vida cabalística  constituída por Kether, Chockmah e Binah.
2 - Magister Templi é o latim para Mestre do Templo e se refere aos adeptos que conseguiram cruzar o abismo de Daath com sucesso.