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sábado, 3 de junho de 2017

Mãe das Sombras


Quem vem até mim?

               Seu servo e consorte                 
A Besta a qual vc monta

Onde me ergo?
Da espiral das sombras venho e me ergo no fogo
Com a espada nos meus pés e vindo pelas  minhas coxas levo pela descida
Meu ventre é o caminho, o início e o fim
Nas sombras meus filhos se deitam aos meus pés. Nas sombras sussurram meu nome
Chamo a mim minha besta. Aquela que retira meu véu e abre as portas
No meu ventre o sangue negro ferve, abrindo o caminho e queima. Do sangue eu me alimento.
Qual é meu nome?
No sangue eu deito, das sombras eu vim e no fogo eu danço. Do fogo eu venho e no sangue eu me alimento. Quem eu sou?

LILITU!                  
Mother of Blood!            
Baphomet, Mistress of Darkness

Com a besta venho e nela eu monto. Seu sangue é meu alimento, seu prazer é meu alimento. Seu sangue é meu prazer e da minha carne ele se verte. Da sua carne eu como e seu sangue eu bebo
Quem eu sou?

Dark Mother Divine

Me alimento dos meus filhos e eles eu consumo. Bebo seu sangue. Eu sou o sangue, eu sou o prazer, a carne que queima. No fogo eu danço, eu sou o fogo negro que consome no ventre negro. As portas eu abro, pelo ventre eles vem. No meu sangue negro eles dançam, dos meus seios eles se alimentam, sua dor é meu prazer, meu prazer queima como o fogo do sol negro. Do prazer eu venho, eu sou o prazer que queima. A carne. O caminho o início e o fim. Eu sou a mãe e a consorte.                    
A mãe negra e a consorte escarlate                     
Eu sou Babalon, sou Lilith, a fornicaria, a mãe das sombras

Por Kaligula & AShTarot Cognatus

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Rito diabólico

 
Implementos:

Esse é um ritual hermético, executado solitariamente, longe de todos os amigos e amados. Seus objetivos são variados, sendo um deles chamar ainda mais as energias além da morte - dos Mortos Vivos - para transformar o ser de todas as maneiras, através do processo de mudança alquímica, nos reinos espirituais, mentais, e físicos da existência do Wampyr.

Invocação:

Eu chamo a Ti, Ácefalo, nos planos terríveis de Varcolaci! Através de terrenos baldios ensanguentados, eu caminhei. Eu andei solitário e esquecido pelos humanos do plano mortal. Minha forma permaneceu diante deles, sozinha, de uma maneira que eles possam perceber, como um espectro enegrecido hediondo na hora de seu sofrimento. As vias de predação se tornaram conhecidas a mim! E sabendo disso, também sei que o Portal é largo e há diversos caminhos que podem ser tomados, todos utilizados, para despertar sua natureza como um Vampiro Negro! Nosferatu entre em nós. Eu venho para a arte diabólica que será revelada a nós. Eu lhe chamo para o sangue que agita nas cavernas internas de Tiamat...

Templo de Azagthoth.
Copyright Emperor Norduk
Tradução: AShTarot Cognatus


sábado, 5 de março de 2016

A arte do abraço vampírico

Por Emperor Norduk (de "The Countess Elisabeth Bathory")
vampire girlNo Templo de Azagthoth, a arte de beber a essência da força vital de seres humanos é denominada a Arte do Abraço Vampírico, o Abraço Vampírico é o símbolo primal da nossa ordem e representa a arte de drenar a força vital, causando o mal via contacto astral para a vítima pretendida. O símbolo não é demasiadamente complexo em aparência, mas seus usos variam de acordo com o feiticeiro (a) que usaria este sigilo e praticaria as artes que ele contém. Para aqueles familiarizados com o processo de imbuir objetos ou símbolos físicos com energia astral, você pode considerar sua aplicação quando o Abraço Vampírico (o símbolo) foi criado. É de fato o sigilo mais antigo criado pelo Templo de Azagthoth e pode ser obtido em requisição. O segundo símbolo é o Esquife, não apenas corresponde ao princípio vampírico do homem, através da metamorfose vampírica e instrução, também possui um enorme significado simbólico com referência à Comunhão de Dracul, o chamamento dos Deuses Imortais, nos quais o despertar dos sacrifícios vampíricos acumulou a força vital de suas jornadas predatórias até uma série de exaustões, então vem a renovar a força vital do não-morto que é simbolizada pelo abraço próximo ao topo do esquife pelo derramamento de sangue sobre 'o lugar de descanso do cadáver', desta forma possibilitando uma nova vida, os poderes mais altos através da prática do Vampirismo, metamorfose, e finalmente imortalidade entre os Deuses Imortais. Este não é um caminho fácil e precisa ser enfatizado que o Vampirismo, diferente de outras formas do Oculto, precisa ser tomado em prática constante. O vampiro enfrenta muitos testes, mas é desnecessário dizer que se você falha em sua elevação ao Trono da Besta, um destino pior do que a morte o espera.
 A Arte do Abraço Vampírico envolve a força astral vital drenada de muitos modos. Há a prática do 'mau olhado' pelo qual o mago experimentado pode implantar pensamentos, drenar energia e instilar certos fatores que afetarão o recipiente do encantamento mais tarde. Projetando pensamentos através do uso do olhar fixo, seu corpo astral toca a vítima, e seus pensamentos são instilados em sua mente e a vítima sempre os verá como seus próprios pensamentos e atos. Por exemplo, se você esperava que uma pessoa escolhesse um livro, através desta prática você poderia usar a frase "Este livro parece interessante, eu preciso obtê-lo...", nunca diga "Eu quero que a pessoa escolha o livro..." Isto não é o método correto, e não funcionará. Sempre implante um declaração na mente das pessoas que fará a pessoa pensar que é sua própria idéia, não pela segurança das pessoas acharem que você está implantando idéias na sua cabeça, o que é completamente ridículo, o problema em usar métodos indiretos na arte é que tende a causar muita confusão no cérebro do recipiente para colher resultados para você próprio. A vítima humana não acredita, em sua maior parte, que possam ser mentalmente influenciadas sem seu conhecimento. O Vampiro Imortal, tanto quanto o Vampiro Vivo, sempre promove literatura e ensinamentos que perduram a lavagem cerebral da sociedade humana e então a cega pelos nossos caminhos ocultos.
A força astral vital drenada através da visão envolve o uso dos seus olhos, em extensão do corpo astral (o abraço vampírico) para tocar a sua vítima e remover a energia vital dela. Movimentos pequenos, completamente indetectáveis com dedos e mãos, bem como inalação física, pode acelerar o processo de recebimento da energia da vítima. Como o Vampiro fortalece sua arte e poder, outros meios de drenar a força vital são possíveis.
A arte de drenar a força astral vital do humano enquanto você está completamente separado do seu corpo físico e uma parte do plano astral, é uma das práticas básicas do vampirismo. O humano dormindo fornece a mais pura força vital que aumentará violentamente a força vital dos vampiros. Quanto mais bela a vítima, mais pura é a sua força de vida. Assim que o humano dorme, ele não tem mais controle sobre o seu corpo astral pois eles não são praticantes da nossa arte e tem certa fraqueza, enquanto o vampiro tem muitas vantagens misteriosas sobre a presa humana. É possível, quando o corpo astral do vampiro aproximou-se da sua presa, entrar no estado de sonho do humano e implantar certas cenas no subconsciente humano. Através de poções e elixires apropriadamente preparados, é possível causar enfermidades nas vítimas, apesar disto parecer ser depois um efeito comum de um ataque vampírico. Lembre-se, quanto mais força de vida você obtém para si, menos força de vida para o humano. Então seu ser inteiro se tornará mais fraco e frágil. É sempre o prazer do vampiro ser capaz de drenar o sangue mais puro das veias de seres humanos, então medite como o mundo dos humanos externamente desintegra-se no caos e desordem diante de você, enquanto o seu mundo aumenta em experiência e você vem a conhecer o caminho do Dragão Vampiro Tiamat e o caminho do Mago Negro, AZAG-THOTH.
Copyright Emperor Norduk (C) 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Culto de Nrsingadeva


O Culto de Nrsingadeva é um braço secreto do Templo de Azagthoth para o propósito expresso de estudo pessoal de vampirismo como relacionado dentro do épico de criação chamado Bhagavad-Gita. Nosso nome é herdado de Nrsingadeva (também pronunciado Nrsimha, Nrsimhadeva) que está presente especialmente dentro dos cultos vaishnavas da Índia. O Senhor Nrsingadeva é a personificação da ira de Krishna, Nrsingadeva é o protetor, representante da origem astral e obscura do estado exterior do vampiro vivo. Nós trabalhamos individualmente para o objetivo de estudo dentro do Bhagavad-Gita e nos abrir, bem como manter essa corrente. Esse culto é somente para aqueles que procuram a experiencia pessoal através da aplicação direta da mudança alquímica e exposição aos poderes inerentes nas tradições védicas. A sabedoria védica deve ser obtida, só mais importante que isso, o vampiro deve experimentar sua própria entrada individual na Divindade na forma de Nrsingadeva. Nós estamos envolvidos na prática de criar nexions físicos e psíquicos do Acasual, drenando a essência do sangue, e existência das raças vampíricas em relação as tradições indianas antigas. Somente os indivíduos dedicados são requisitados a provar sua dedicação para a exploração e o cultivo de vampirismo de acordo com Nrsingadeva. Rama Rama Hare Rama Hare Rama Rama. Pessoas interessadas devem contatar Lord Emperor Norduk no email: wampyrism@...


Nota: O Templo de Azagthoth aparenta estar desativado agora. O Sahajiya Sinistro não tem nenhuma conexão com esse grupo. Esses textos estão aqui somente para trazer uma perspectiva do Caminho da Mão Esquerda da tradição Hare Krishna.

Tradução: AShTarot Cognatus

Fonte: http://sinistersahajiya.blogspot.com.br/2012/04/cult-of-nrsingadeva-cult-of-nrsingadeva.html

domingo, 21 de fevereiro de 2016

T AQRADUAMELU

Do "Der Pazuzu" (Tempel of Azagthoth)

AQRADUAMELU GIRTABLILU GIRTABLILU AQRABUAMELU

Eu, Um dos Akhkharu, invoco a ti! Seu terror é apavorante, seu olhar é mortal. Eu chamo a ti, de noite, pois você é criatura da noite inclinada aos caminhos noturnos.

GIRTABLILU AQRADUAMELU AQRADUAMELU GIRTABLILU AKRABU AKRABU AKRABU

Depois deste encantamento ser recitado treze vezes, é o momento de partir para a jornada astral predatória acompanhado pelos homens escorpiões, que nasceram do ventre do Dragão Vampiro Tiamat, deste modo a sua raça nasceu. Selecione uma vítima jovem e use-a como sua caça durante a noite. Este ritual deveria ser sempre feito à noite ou, de outro modo, os homens escorpiões serão perturbados pela sua conjuração. Eles aparecerão para você na luz do dia, mas tomarão certas medidas de punição infligidas sobre você para se assegurarem que você não cometerá o engano de invocá-los durante as horas do dia novamente. Uma vez que você tenha drenado até a sua suficiência, retorne à sua camada física na câmara do ritual para recitar este chamamento de poder: Diga em voz alta:

Ereshkigal, Eu aspiro dominação nos reinos astrais. Quando seus lábios se tornam negros, minha influência deve reinar imortal. Quando seus lábios se tornam negros, meu cetro penetra todos os ângulos. Minha Vontade é forte, minhas intenções são as de um vampiro negro. Minha raça vampírica imortal levantará em direção à Noite Final, Nammtar, Mensageiro e Vizir de Ereshkigal, o Arauto da Morte! Você que comanda sessenta moléstias, envie-as adiante para assombrar nossos inimigos e removê-los dos nossos camaradas! Nammtar, Arauto da Morte, Eu chamo a ti! Venha Pazuzu, Rei dos Demônios Alados! Penetre o meu ser, possua o meu espírito - Em direção às terras místicas do Imortal! Eu chamo a ti adiante!

A comunhão é buscada com o Imortal agora. Quando a comunhão terminar, recite 13 vezes:"Minha sede de sangue foi saciada neste momento, para sempre Akhkharu assombrará a noite. Assim seja".

Copyright Emperor Norduk (C)
Revisão da tradução: AShTarot Cognatus

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Rito Ceremonial de Ma-Kali

por Emperor Norduk do Tempel of Azagthoth


Vista-se em vestes negras ou esteja decorado com vestes de sacerdotes/sacerdotisas de Kali. A atmosfera deve estar alinhada de maneira apropriada com a Índia, na visão e no som e penetração de sua área. Isso é um abate escolhido. Foque sua mão vampírica para atravessar através do primeiro véu, revelando o reino no qual as concepções do plano éterico nascem. Nós recomendamos musica de tabla, sitar, e mrdanga. Músicas das regiões da Índia e Paquistão são apropriadas. Queime incenso forte, preencha o aposento com imagens de Ma-Kali, hashish, incenso, fotos de deidades Indianas, contas de japa, e outras parafernálias de sua preferencia. Para criar um clima, uma luz colorida por ser utilizada para a câmara ritual, tais como vermelha, laranja ou negra.

Câmara: Deve haver uma cortina, por detrás dessa cortina alguém representando Kali deve se levantar e surgir no canto de abertura. Essa pessoa deve estar decorada de maneira apropriada para representar Kali. A cortina e Kali devem estar no leste, a congregação diretamente oposta a Kali, de frente para ela. O canto é representativo dos seis movimentos de sangue das raças vampíricas indianas juntas a invocação das raças vampíricas indianas.

CANTO DE ABERTURA:
(deve ser cantado como um kirtana)

Danava Naga Drishya
Viroopa Karena Roopantara
Danava Naga Danava
Saarpa-Gamana Mohini
Hdimba jai jai Kali ma
Hdimba jai jai Kali ma

Deve haver alguma espécie de copo ou cuia que contém uma quantidade de sangue humano ou um substituto apropriado. Kali deve ser coberta com essa substancia e/ou sangue humano.

Após o canto de abertura (o canto de abertura deve ser cantado como um kirtana melodioso, no estilo vocal dos sacerdotes tradicionais indianos. Kirtana é uma palavra dentro da língua sânscrita). Deve haver alguns momentos de silencio antes do canto principal começar. Kali deve se levantar diante da congregação e sorrir. Ela deverá se mover e ficar na postura que ela desejar, portando crânios humanos. Quando estiver para terminar o canto (execute até a exaustão), ela (Kali) deve começar a gritar e assobiar cada vez mais. Isso deve ser feito enquanto a congregação canta. O canto principal deve ser recitado em uma repetição monótona. 

KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA KALI-MA 

terça-feira, 16 de junho de 2015

Yashoda-lila

“E quem é o macaco, mamãe?”

“Como assim seu patife? Você sabe quem é! Fale-me você quem é o macaco!”

 “Hanuman! Hanuman! Hanuman!”

Com esta declaração de sua resposta, o jovem menino retorce seu rosto (expressando alguma emoção obscura que somente aqueles muito novos podem entender de verdade), aperta o tecido brilhante do sari de sua mãe mais e corre rapidamente para fora do sofá, pelo corredor – e para fora da porta.
Por um breve momento entre a ação da porta sendo aberta e então batendo para fechar novamente, os sons vindos de fora emanaram de maneira fluida pela casa...
 As crianças rindo, o som de brahmacharis (monges) trabalhando com suas motosserras ao redor do novo mandir (templo) de Srila Vishnupada, e o soar da concha anunciando o inicio do arati da noite (cerimônia de adoração) no templo reunindo a todos em um coro unificado e singular.
E então, a porta fecha, bloqueando todas as atividades além dos perímetros da casa, todas essas emanações cessaram de maneira brusca. No lugar disso entra o silencio inebriante e aquático da noite que era dolorosamente familiar ao menino da mãe, que era chamava Kaitlyn; mas que agora era chamada mais de “Mãe Yashoda” desde sua iniciação como discípula de Srila Vishnupada vários anos atrás.
Yashoda olha para a ilustração que ela e seu filho estavam examinando. No desenho, Hanuman (o devoto da Suprema Personalidade de Deus com rosto de macaco) ajoelhado no meio de uma floresta noturna etérea, suas mãos prostradas em respeitosas reverencias diante do Senhor Ramachandra. A estranha beleza da pele verde do Senhor Rama é quase que intoxicante. É essa mesma atração que a trouxe ao movimento há muitos anos atrás, quando ela era ainda somente uma estudante de faculdade do centro-oeste tentando duramente se adaptar à Mile-High City (Denver). Nesse período de tempo, Srila Vishnupada ainda não tinha se tornado Stryadhisa Maharaja – mas era simplesmente Stryadhisa dasa, um brahmachari com vários anos de experiência na vida de ashram (monastério).
Kaitlyn estava em Denver somente por pouco mais de seis meses quando ela encontrou os devotos pela primeira vez. Ela deixou sua casa imediatamente depois do colegial – se despedindo do que ela via como sendo sua cidade-pequena e seus pais de mentalidade fechada – mórmons fundamentalistas estritos, colonizando a terra austera “com militância, para Jesus” (uma frase que foi cauterizada em sua mente em mais de uma ocasião durante as “conversas disciplinadoras” de seus pais com ela e sua irmã.)
Sua criação somente serviu para pavimentar ainda mais sua tendência rebelde inata para qualquer autoridade. Ela, diferente dos contemporâneos freqüentando a universidade, não estava interessada em “lutar contra o sistema” através do que ela via como uma miríade de perfeitamente irrelevantes “reuniões de interesse do campus”.
 Ela estava consciente dos seus próprios poderes de manipulação e, embora praticasse em arenas pequenas e insignificantes (pelo menos no começo), ela já havia testado suas habilidades em cada oportunidade que aparecia.
Mãe Yashoda sorri para si mesma, se lembrando desses primeiros dias durante sua conversão. O templo que ela fazia serviço era relativamente liberal (em comparação com alguns) e a ela foi proporcionada a oportunidade de se esgueirar com Stryadhisa para conversar um pouco durante seus grupos de sankirtan (canto congregacional).
 Uma bhaktin (devota não iniciada) solteira e um sênior brahmachari (ou qualquer brahmachari!) poderem ter qualquer tipo de conversa particular, é algo que não se ouvia falar nem mesmo em um templo ´liberal` - mas tal como era, as autoridades do templo não sondavam profundamente os assuntos de Stryadhisa Brahmachari ou Bhaktin Kaitlyn; e por uma boa razão. Ambos Stryadhisa e Kaitlyn eram inigualáveis no reino da distribuição de livros do grupo de Sankirtan. Eles receberam fama nos relatos da BBT (editora Hare Krishna) e a sua reputação no templo (sem mencionar suas finanças) aumentavam grandemente pelo feito desses dois jovens e ambiciosos devotos.

Quando em sankirtan espalhando a misericórdia de Krishna, Stryadhisa abordava os karmis (materialistas) com a perícia de um especialista; cegando-os com sua refulgência intelectual. As vezes, os karmis que pareciam particularmente hostis no começo iriam ser vistos minutos mais tarde andando de Stryadhisa com uma expressão de espanto – carregando um conjunto de livros caros e de capa dura em suas mãos.  Essas travessuras pitorescas de sankirtan eram, geralmente recontadas pelos devotos ao redor de copos de leite quente adocicados com açúcar e puris a noite, logo começaram o rumor de Stryadhisa Brahmachari ser abençoado com “misteriosos poderes de persuasão”.
O sucesso de Bhaktin Kaitlyn em encher os cofres do templo foi um pouco diferente ainda que pouco mencionado oficialmente em um movimento onde “eu não sou esse corpo” é freqüentemente frisado como uma máxima oficial.
Kaitlyn era de uma beleza atlética e ágil – com cabelos loiros nórdicos, longas pernas e curvas em todos os lugares corretos. Combine esses atributos admiráveis com o vestuário exótico do sari, jóia do nariz, pulseiras e alguns dos ricos homens de negócios do centro da cidade de Denver iriam parar qualquer coisa para gastar outros vinte e cinco dólares por algum livro sagrado Védico em troca de um pouco mais de sua presença.
Desde cedo, Stryadhisa e Kaitlyn eram “o time dos sonhos” – eles eram o tipo de devotos que outros devotos eram encorajados a imitar. Eles levavam o templo às alturas com seu mundanismo sagaz combinado com o que parecia um entusiasmo limitado pelos aspectos esotéricos do serviço devocional.
Se não fosse abençoada com o néctar da associação intima de Srila Vishnupada obtida antes, pensava Yashoda, ela não teria permanecido na Sociedade.
Através de estimulantes monólogos em vários tópicos, Vishnupada levou suas percepções do Gaudiya Vaishnavismo além dos padrões da fé e ofereceu a Yashoda uma forma de seguir o caminho de Volta ao Supremo de uma outra maneira.

Ela aprendeu a andar no fio da navalha entre rendição total as forças de Radha-Krishna e uma determinação implacável para ascender no causal e acausal. Estes pensamentos de Yashoda foram repentinamente interrompidos, quando Parashurama Dasa entrou.

“Hare Krishna, Parashurama Prabhu!”

“Haribol, Mãe Yashoda!”

“Como está indo o trabalho na nova casa de Srila Vishnupada, prabhu?”
“Ótimo! Simplesmente fantástico! O design tetraédrico da construção é maravilhoso... e os afrescos de reprodução das imagens do Senhor Nrishimha e Senhor Kalki de Jadurani Devi Dasi nas paredes no interior! Ual! Srila Vishnupada deve ser muito querido ao Senhor Krishna, é tal raro de encontrar uma alma liberada como ele!”
O rosto de Parashurama estava saturado de suor e as veias desse homem musculoso trabalhador estavam proeminente inchadas. O aposento estava repleto com as emoções elétricas do fanático.
Uma catarata fantasma passou pelos olhos de Mãe Yashoda – ela foi devagar ao responder.
“Sim, prabhu... nós fomos muito afortunados de ter Srila Vishnupada como nosso mestre espiritual...”
O rosto de Parashurama ficou branco em pensamento, por um breve momento, antes de ele começar a mover de maneira inquieta suas contas de japa.
Ele não pode deixar de notar como Mãe Yashoda, que deve estar beirando os quarenta não aparentava nem um dia acima de dezesseis.

“Uh... Mãe... eu só queria deixar alguma papelada que o secretário de Srila Vishnupada enviou a você.”

“Obrigado, prabhu”.
Parashurama sorriu amplamente, feliz de ter executado um serviço importante e animado de estar em tal proximidade a Yashoda.

“Mãe Yashoda... eu vi Kalki Prabhu lá fora perto da floresta com os outros garotos jovens... ele é um líder!”

 “Sim, meu filho é o filho de Krishna”.

Yashoda olha de sua posição sentada e agarra o braço de Parashurama, e apertando de maneira afetuosa por um momento, e depois soltando.
“Haribol, prabhu”.

“Haribol, Mãe Yashoda”.

Mãe Yashoda olha para a parede, para o espalhafatoso calendário devocional de Bombaim que está pendurado lá.
Faltava somente nove dias para o dia vinte de abril e esse era o aniversário de Kalki. Ela e seu guru maharaja e alguns poucos outros de confiança. Iriam ao sul para celebrar, entre velhos amigos...

Pós-escrito:
1.) Stryadhisa dasa Goswami Maharaja - ´Srila Vishnupada´ foi um dos devotos mais rápidos ao atingir o status de guru iniciador depois de tomar sannyasa. Um sanyassi somente pode se tornar um mestre espiritual depois do seu próprio mestre espiritual “voltar ao Supremo”. O mestre espiritual de Srila Vishnupada desapareceu misteriosamente depois de chegar à Rússia em uma viagem missionária. Vários dias após seu desaparecimento, Swami Vishnupada foi descoberto com um tiro na cabeça, perto da região de Volga. Suspeitou-se de uma seita obscura dos Khlysty, mas ninguém foi preso.
2.) Kalki dasa (filho de Kaitlyn Katrina Kopp a.k.a. `Yashoda´ - pai desconhecido) foi concebido em Agosto de “___” quando sua mãe foi impregnado durante uma re-encenação clandestina de dança conjugal de Shri Krishna e de Seus passatempos com as gopis principais, em um local não divulgado em algum lugar entre a Carolina do Norte e Georgia. Dança do crepúsculo – homem pintado de azul.
3.) Uma versão do rito dos Nove Ângulos executado na mesma noite de Agosto de “___”yf. Após nove meses, “Kalki dasa” nasceu de Katrina Kopp. Seu aniversário é dia 20 de abril. Referencia ONA MS. ´Palavras de Vermiel
4.) Srila Vishnupada é um agente da TOB e é o Falcifer.
5.) Yashoda é Azanigin.
6.) Kalki é Vindex.
7.) Yashoda está se alimentando vampiricamente de Parashurama durante a conversa. (nota “drenando” seguido por uma “chuva de misericórdia” – Yashoda é uma vampira avançada i.e. “morto vivo ambulante.”

VELTON VINDEX
Tempel ov Blood
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Retirado de “Contos de Influencia Sinistra (Tales of Sinister Influence)"

terça-feira, 9 de junho de 2015

O ritual da penetração, a cerimônia da insanidade e idiotice imposta

Do Tempel of Azagthoth (book 3, "The Vampire Undead Text")
Condessa ElizabethNotas do Autor:
Este é um ritual particularmente efetivo que tem sido empregado com muitos resultados proveitosos para mim e os membros do Templo de Azagthoth. Quer você veja os nomes empregados neste ritual como "meros" arquétipos ou entidades imortais, não importa. Para o vampiro forte e avançado o elemento Imortal será muito atraído deste modo num ritual. De acordo com o seu progresso você será extremamente capaz de discernir para si a natureza destas entidades.

Emperor Norduk, Oxford Place, 27 de Janeiro de 1998.
O Ritual da Penetração, A Cerimônia da Insanidade e Idiotice Imposta (Um Rito Tríplice de Destruição)

O Ritual de Penetração é, em todos os aspectos, um ritual que será cultuado e usado pelos nossos leais vampiros no Templo de Azagthoth. O Ritual de Penetração, A Cerimônia de Insanidade, é em todos os aspectos um Ritual de Vampirismo Azagthothiano como implementado pelos membros vivos da linhagem real. Trouxemos maestria pela vida, lembre-se dos cadáveres desfigurados das princesas pela Condessa no topo do Castelo Cachtice, desfigurados, drenados da sua essência, devorados pelos lobos perambulantes embaixo nas florestas. Os arquétipos que são invocados para elevar este ritual são três em número mas um em mira, Elisabeth Bathory - Um símbolo de realeza na linhagem dos soberanos, trazido pelos sucessos da face diurna, com sua forte presença na face noturna, ilimitado pela Vontade de outros, ela favoreceu os seus prazeres sexuais, punindo seus escravos. Através dos Rituais de Sangue Vampíricos, drenando e obtendo a força vital do seu escravo mortal para a sua real linhagem vampírica - que abriu o Portal do Favorecimento, saudando as poças de sangue nas moradas do Dragão Tiamat. Tiamat é o segundo arquétipo implementado neste Ato da Predação Vampírica, Tiamat precisa ser compreendido e entendido por cada vampiro. O terceiro arquétipo é Azagthoth, o deus da idiotice cega, o condutor do caos e loucura para o insignificante mago mortal, a grande força da drenagem da força vital e principalmente da punição e degradação do escravo humano, o Alto Mago Negro da mãe Tiamat. Para o humano que este ritual é revelado, pela sua feitiçaria de vampiro, este é um trabalho de destruição e escravidão através da nossa punição. 

Proclamando os Ventos Negros para descerem sobre a sua Presa Mortal



'Eu rogo a ti Azrael, anjo do manto negro, de além do véu da morte, eu suplico e chamo seu poder. Seu ser deverá entrar no meu ser. Como a face púrpura do Imortal que senta nas folhas mortas pelo negra água corrente, através do campo. Seus olhos não piscam. Ele não tem lágrimas para chorar. Sua Vontade não hesita. Viva o Imortal. Viva a ti, Azrael. Traga os seus poderes negros da morte, envolva suas cortinas negras sobre mim para que eu possa usar sua escuridão no reino de terror e na matança da minha vítima, não causando mal nem a mim, nem aos meus amigos e parentes. Este é o Pacto do Imortal para o vampiro vivo. Ave Calix Sanguinis Dom Tiamat. Eu invoco a ti, Hekal Tiamat.'
Este encantamento precisa ser dito focalizando o mortal da sua escolha que infringiu suas leis e precisa ser punido, corrigido, de acordo com a sua Vontade. Use isto para os magos mortais rebeldes, enviando-os para além do Inferno que eles desejam. Estes escravos mortais foram criados pelos deuses mortais para que nós, vampiros, predarmos sua força vital de vida. PARA O PRETENDIDO AZAGTHOTH, ADIRA A SI MESMO AGORA!
Agora o vampiro Azagthothiano desejará canalizar plenamente toda a energia destrutiva, uma essência que foi reunida além do véu de Azrael para causar destruição sobre a mente da sua presa escolhida. Escolha cuidadosamente aqueles sobre quem você deseja impor seus vôos predatórios, drenando a força de vida destes humanos, alimenta quando o primeiro se levanta, desta forma assegurando o incremento do seu PODER. Depois, a próxima parte do ritual é realizada, O Canto da Morte, o sacerdote pode necessitar de um ritual precedendo plenamento à consciência. O ritual, em essência, seria realizado pelos Altos Vampiros ou aqueles Vampiros que jazem nas asas do isolamento pelos seus ensinamentos nos Rituais da Face Noturna.
O CANTO DA MORTE: Visualize plenamente a vítima pretendida para sua correção/punição. Esta parte do ritual é para aqueles que verdadeiramente o ofenderam e você deseja não apenas sonoramente puni-los, mas para punição excepcional e cruel em seus caminhos mortais. Veja agora sua vítima. Mencione-a, diga o seu nome e então ordene que ela seja morta. Por exemplo, se foi "Danny", você deveria dizer "Danny está morto", "Danny está morto". Repita isto até que esteja satisfeito.

A Cerimônia da Idiotice Imposta: Coven of Ravenwood


AzathothDispa-se completamente ou use, de preferência, um manto negro, um manto marrom se necessário. Esta é uma das chaves da idiotice imposta ao escolhido. Assim, o seu astral deixa o físico, guiado pelas mãos do Imortal, entra nas sepulturas e bebe as essências coletadas delas. Então vai ao quarto da vítima adormecida, bebe a sua essência. Saboreia o poder surgindo para você da força vital da vítima e as essências drenadas na face do túmulo, pois agora seu astral está conectado a ambos através da Web Astral. Agora, reunindo poder, viajando, sentindo os seus mais altos sentidos vampíricos despertarem, vá à casa da vítima para a qual o ritual é realizado (Antes de ir, deveria chamar a força de Tiamat, Bathory, Azagthoth).
Você está próximo da sua vítima. Pairando direto sobre ela ou em pé ao lado dela. Agora é o momento de penetrar plenamente a camada física móvel ou parada da sua vítima humana, assim seu astral penetra inteiramente seu corpo, uma vez que você esteja completamente dentro dela, sinta o seu astral drenando o humano dos seus sentidos limitados. Sinta agora a força vital fluindo rapidamente no seu astral, quanto mais força vital você receber, mais rápido a sua forma astral se solidificará. Agora inicie a impulsionar dentro dos muros internos da sua vítima. Impulsione. Impulsione de todos os lados. Iniciará como um gancho através das diferentes partes do seu corpo, depois o corpo inteiro, rapidamente ganhando firmeza sobre ele. Drague o seu astral para as montanhas por Pazuzu e destrua-o da sua torre com feitiçaria. O ritual termina quando você estiver pronto.
Copyright Emperor Norduk (C) 

sábado, 2 de maio de 2015

Vampirismo Narayana revelados dentro do Vaisnavismo

Ensaio por Emperor Norduk do “Tempel Azagthoth”, Principalidade da “Society of the Dark Sun”
Uma das mais velhas e mais completas filosofias e épicos da criação existe nos escritos sagrados da Índia, chamado os 'Vedas'( literalmente 'Conhecimento'). O mais importante desses sendo o Mahabharata, que é principalmente um épico histórico – e depois o Bhagavad Gita, que é chamado a “jóia” do conhecimento espiritual da Índia. Eles chamam o Bhagavad Gita um 'jóia' por boa razão, pois em nas paginas do Bhagavad Gita está uma grande quantidade de conhecimento espiritual. Ele existe até hoje como um dos mais minuciosos e completos textos religiosos antigos já transcritos.
Surpreendentemente, entre aqueles que percorrem os Caminhos Sinistros, tenho visto que há muito pouco estudo publicado relativo ao Bhagavad-Gita e Vaisnavismo-o Culto que surgiu a partir de seu texto (dentro de sua forma original Sinistra, que persiste até hoje) . Desta maneira, vou procurar explorar apenas alguns dos arquétipos sinistros dentro da tradição védica, e em específico, os Vaisnavas. Vamos agora começar a explorar a origem vampírica da linha de pensamento Védico. Vaisnavas são muito mais rigorosos, e monoteístas nas maneiras que um hindu regular. A bhakti-yogi Vaisnava (aquele que pratica bhakti-yoga, a ciência suprema de relacionamento com a Divindade, como ensinada dentro do mundo Védico) iria ver como um desperdício de tempo na maioria dos casos oferecer reverencias perante os semideuses, quando se poderia ao invez ter comunhão com Krishna - que seria visto paralelo dentro Vampirismo como o sangue original que forjou o universo. Dentro do Vaisnavismo, Krishna é considerado o ser supremo. Ele é a Suprema Personalidade de Deus, e de seu corpo emana todo o universo. O Bhagavad-Gita diz que na verdade existem vários universos dentro do corpo de Krishna. Quando nós, enquanto aqueles de uma inclinação instintiva começarmos a interpretar o Bhagavad-Gita através de Krishna representando o nosso próprio eu-deus, temos um vislumbre claro sobre a natureza do estado escuro interior de nossos seres além de nossa própria mundana percepção física. No entendimento dessa conexão, é importante saber que a manifestação etérea de nossas ações não é a origem das próprias ações. Quando se tenta interpretar antigos ensinamentos em uma modernizada linha de pensamento Oculta, e então começa a interpretação do eu superior como um deus exterior (pensando que as verdades do self são produtos do ego), então muita confusão entra em jogo. Nosso tratado sobre a natureza vampírica do Vaisnavismo baseia-se no Vampirismo, e nada mais. Vampirismo realisticamente em todos os sentidos é derivada das antigas Suméria e Babilônia. Antes do caminho da mão direita e esquerda surgirem, houve Vampirismo. Antes de símbolo Helênico de Satan, houve o Vampiro também. É um conhecimento básico que deve ser entendida que o vampirismo é um caminho mais antigo do que o que é largamente popular hoje, por isso o cúmulo da loucura sistematicamente subestimar a natureza do Vampirismo através de uma obsessiva consciência mortal. Procuramos voltar ao funcionamento primitivo do eu, para restabelecer a ligação perdida com o que é a Divindade e além.
Krishna (como a Superalma) pode ser visto como o ser do Sombrio. O Sombrio é um termo usado em práticas vampíricas superiores - designando a consciência interior, ser caótico original e mente astral que se manifesta no estado desperto do vampiro. Sombrio dentro do Reino Sombrio é a primeira de três independentes partes de funcionamento do ser do Vampiro. Dentro destas três partes do ser, há três realidades - cada uma dessas realidades nomeadas por um dos três reinos da existência. Na realidade exterior do Reino Sombrio (o primeiro reino), o Sombrio terá uma forma visível. Este tem sido descrito como "uma existência sombra" dentro ensinamentos da SDS. Krishna é uma designação da forma do Sombrio dentro da realidade exterior do Reino Sombrio. Como o ser caótico original, ele tem sido referido nos textos védicos como a Superalma. A Superalma é a parte dos indivíduos que está alinhada com o ser universal. Essa Superalma se manifesta (visualmente) dentro do Culto Vaisnava como Sri Vishnu. Sri Vishnu na maioria das vezes se manifesta como um lindo macho de cor azulada, com quatro braços. Em suas varias mãos ele segura (entre outras coisas) flores, bem como uma clava para combater demônios (mais sobre o conceito védico de 'demônios' virá depois). Vendo a essência caótica que fez nascer o indivíduo como um arquétipo tal como Krishna é somente uma interpretação. É nos níveis de consciência e percepção que se pode perceber essas coisas, não se pode guardar um furacão em uma caixa. A verdade da condição Vampírica e estado desperto existe em agir através dos mandatos do ser divino interior. Se alcança o poder quando não há contradições internas, é o melhor experimentar o Sombrio por ação, não por especulação.
Há um paralelo entre a manifestação visual da Superalma (dentro de Cultos Vaisnavas) e a manifestação visual da realidade exterior da mente astral do vampiro {a verdadeira forma não tem substância visível aos olhos treinados, sendo o estado astral original e puro do ser individual). Os ensinamentos vampíricos citados aqui são aqueles que estão sendo colhidos a partir dos ensinamentos da antiga Babilônia. A mais qualificada organização sobre Vampirismo que eu encontrei que é baseada na manifestação original (terrena) do Vampirismo na Suméria, Babilônia, e países antigos em volta é a Sociedade do Sol Negro. Aqueles que estão interessados neste grupo podem consultar em seus escritórios, os quais eu dei o endereço no final deste artigo.
Vamos agora dar uma olhada nas Vaisnavas, o culto Hare Krishna. Nós podemos ver a manifestação de vampirismo e o caminho alquímico, buscando a evolução espiritual individual é o principal objetivo do Hare Krishna. Eles se sustentam através do alimento espiritual, chamado prasadam. Prasadam é o alimento que é oferecido primeiramente na frente das deidades. Todos os Vaisnavas dedicados oferecem toda a sua comida perante as estátuas das deidades (o mais comum são as de Krishna e Radha, que estão dentro do Templo em si) ou a uma imagem de Krishna dentro de suas casas. Os lugares que a semente do vaisnavismo vai melhor frutificar para a maioria das pessoas, são os templos Vaisnavas ou comunidades. Estes estabelecimentos são os mesmos que Mosteiros dentro da religião cristã em muitos aspectos, no entanto, eles geralmente apresentam uma atmosfera mais interessante para o ascendente Magicko/Vampiro Negro. Vaisnavismo é uma muito velha e antiga tradição. Esta tradição foi revivida pelo Senhor Caitanya em Bengala, durante período de 1500. Isto é quando o movimento Sankirtan se originou, Sankirtan é o canto do mantra (ou chamado 'Mahamantra' dentro do sânscrito, literalmente "grande mantra"), que é: Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare . Devemos notar a ingestão de alimentos somente se primeiro oferecidos para Krishna dentro da religião Vaisnava. É ensinado nos textos antigos dos Vedas que este alimento é cozido apenas para Krishna, e que os devotos podem comer apenas os restos da comida. A comida se torna literalmente espiritualizada, e injeta a pessoa que come em "Consciência de Krishna". Nós, que somos vampiros realizados, reconhecemos isso como um fluxo de sangue literal do sangue coletivo do culto Vaisnava, chefiada pelo Vampiro Narayana (existem diversos significados para esta afirmação), para a pessoa que consome alimento. Nós, que somos vampiros acreditamos que o sangue é a forma consciente por trás de toda a existência, esta é a substância que nós nos alimentamos e subsistimos nosso trabalho mágico, este é o material que causa a Divindade, em primeiro lugar. Substância de sangue físico para nos é útil, mas na verdade é o resultado do sangue astral fluindo em substância caótico (causando substancia material). Por desenvolver nossos reais sentidos astrais e consciência, vampiros realmente começam a participar deste alimento espiritual diretamente. Isto é referido brevemente em muitas tradições, e é realmente a "arte secreta" de sucesso no caminho evolutivo. (A peça aparentemente não relacionada aqui, mas útil, sublinhando o meu ponto sobre a importante natureza astral de alimentação de sangue. Aqui do "Confessions of Aleister Crowley" página 525 e 526, capítulo 59 sobre a iniciação de Crowley nos “Secret Chiefs of the Third Order). "Ainda depois, por um forte esforço de vontade, eu bani minha garganta inflamada e meus arredores, e subi para meu corpo de luz. Cheguei numa sala em que uma mesa cruciforme foi espalhada, um homem nu que está sendo pregado a mesma. Muitos homens veneráveis sentados em volta, deleitando-se em carne viva e bebendo seu sangue quente em grandes goles. Estes (me disseram) eram os adeptos, a quem eu possa um dia se juntar. Isso eu entendi significar que eu deveria obter o poder de tomar apenas espiritual alimento, mas provavelmente isso significa muito mais que isso. "
O Sinistro Senhor Nrsimhadeva
Na canção ao Senhor Nrsimhadeva (que é cantado todas as manhãs nos templos Hare Krishna em todo o globo), a forma humanóide com cabeça de leão do Senhor Krishna aparece para o Demônio Hiranyakasipor para matá-lo. Demônio não é visto dentro de Hare Krishna como os povos ocidentais identificam demônios, mas sim como homens ímpios que sãignorantes e ignoram a sabedoria Védica. Portanto, neste sentido, estamos falando sobre nossas pessoas comuns. Eles são ignorantes que impediriam o iluminado. É um significante passo acima na escada para longe do cristianismo, mesmo com algumas das conotações aparentemente moralistas deste culto. Não há realmente "bom" e "mal" no sentido regular, mas sim "sabedoria" e "ignorância" (ou "verdade" e "ilusão"). No Bhagavad-Gita, há explicações explícitas dos modos da natureza material, o fato de que emaranhamento/confusão material deriva de estar aterrado pela cintilante potência externa de Krishna. Isto tem importantes laços com o Vampirismo. É uma verdade dentro de vampirismo que se o vampiro perde contato com sua natureza interna caótica, sua existência será desintegrada. Aqueles que perdem o toque com a sua caótica essência interior (OSombrio, Krishna) certamente serão "sacrifício" para as forças consumidoras do mundo Causal. O mortal é cego para as funções do reino astral, as experiências dentro de sua natureza etérea cega-os à consciência adicional. Vampirismo é assustador, porque ele é baseado em uma ação de própria criação. Separação e funcionamento em ambos os reinos, crescendo através de impregnar o Vampiro com essência sanguínea, criando realidades perpétuas dentro dos estados astrais e etéreos de consciência. Essas coisas são produtos do Sombrio, o ser no Abismo de puro sangue do Vampiro.
O Bhagavad-Gita contém uma mina de conhecimento espiritual e não deve ser negligenciado. Quando começamos a interpretar Bhagavad-Gita de acordo com sua origem Vampírica, começamos a ver que uma verdade sobre o estado interior em relação ao estado exterior é revelado. A linguagem poética e conteúdo aprofundado geral do Bhagavad-Gita fornece muito insight para o Vampiro e um credo impecável para os religiosos. Aqui está uma fórmula real para a entrada no estado interior sombrio do Gita. "Quando o ser vivo encarnado controla sua natureza e mentalmente renuncia todas as ações, ele reside feliz na cidade de nove portais (o corpo material), sem trabalhar nem causar danos. O espírito encarnado, dono da cidade de seu corpo , não cria atividades, nem induz as pessoas a agir, ou ele criar os frutos da ação. Tudo isso é decretado pelos modos da natureza material. Nem o Senhor Supremo aceita as atividades pecaminosas ou piedosas de ninguém. Seres encarnados, no entanto , são confusos por causa da ignorância que cobre o seu conhecimento real. " O estado interior, através da força do sangue e da vontade, move a natureza etérea em ser. A partir desse ponto de origem vem a força que age, mas a força em si não é participante ativo. Krishna como o estado interior, é o "diretor" das atividades da natureza material do vampiro. Suspensão das atividades físicas, fornece uma porta de entrada até os poderes do astral. Silenciando o fluxo interminável de pensamentos na mente enquanto nos estados físicos, fortalece os desejos do vampiro e desta forma fortalece em ambas as naturezas etéreas e astral de uma forma reciproca, apoderada pela essência sanguínea pura do universo.
Krishna em sua forma de Nrsimhadeva, como outros arquétipos Sinistros, possui uma lenda em torno do prudente cuidado nas relações com esta forma. A visão que nós na maioria das vezes vemos Nrsimhadeva nestes dias é a sua forma de Ugra-Nrsimhadeva (ou seja: sua forma violenta). Vaisnavas identificam especificamente Nrsimhadeva enquanto uma forma de Krishna como 'o ponto de origem "da existência de seres sencientes. É bastante interessante que a forma mais violenta de Krishna significa também a sua manifestaçãcomo a origem. Uma criação da vontade a partir do caos dá origem ao ser consciente. Há apenas uma estátua da divindade em tamanho natural de Nrsimhadeva que é conhecido sobre a terra, que está localizado em Mayapur, Índia. Durante os primeiros anos da Sociedade Internacional para Consciência de Krishna, o culto Vaisnava mais organizado e influente, eles procuraram por toda a Índia para encontrar alguém para construir uma estátua de Nrsimhadeva em sua forma violenta de Ugra-Nrsimhadeva. Eles finalmente encontraram uma pessoa para fazer isso.
De acordo com a tradição daqueles que constroem estátuas de deidades, a última parte a ser adicionado à estátua são os olhos. Os olhos são considerados como realmente contendo o "espírito" da estátua, e uma vez que os olhos são construídos na estátua, substância física que é impregnada com a energia do Deus para o qual foi construído. A estátua de Nrsimhadeva foi construída em um grande galpão atrás da residência do artista. Finalmente, a estátua foi concluída. O artista saiu para executar algumas tarefas, e quando ele voltou, ficou horrorizado ao descobrir que o galpão inteiro tinha queimado até o chão. Mas estando no meio, entre as ruínas fumegantes, estava a estátua sorridente de Nrsimhadeva, que saiu ilesa. O artista rapidamente ligou para os devotos Hare Krishna e insistiu com eles para que por favor levassem a estátua, ela estava perturbando ele mentalmente e tinha destruído sua oficina.
Nrsimhadeva aparece em particular mais feroz do que qualquer das outras figuras que eu conheço de dentro da cosmologia Védica. Como uma verdadeira forma de Krishna, há muitas implicações. Mesmo as raças mais ferozes de seres malignos, aqueles seres cuja função é a punição dos seres humanos (estes são referidos como o "Yamas" e são liderados por Yamaraja, que é mencionado como sendo um grande devoto de Krishna, embora a maioria de suas atividades são avaliadas como "pecaminosas"), são parte de Krishna. Chegamos a uma compreensão de uma implícita verdade alquímica. A alquimia, é a ”arte da transmutação", é um processo de evolução sobre o eu (o fato de que a criatura evoluída influencia seu ambiente é secundário, uma ação natural). Conectando-se com esta verdade do eu interior é o objetivo do Vaisnava e yogi {yoga é muito mais do que exercícios físicos, é uma ciência e função continua de quem a pratica}.
Para alguém digerir os ensinamentos de Narayana em uma perspectiva prática e viável, é preciso mudar a sua própria consciência e reunir uma maior consciência para perceber. Nãolhe uma vez, não olhe duas vezes, olhe várias vezes sobre qualquer coisa que você pode ler ou estudar. Não só isso, você deve também manter os ensinamentos que foram revelados a você em sua mente e aplicar e testá-los em situações reais e através de experiências reais. Assim como todos os textos antigos, os segredos permanecem fechados para aqueles que não têm ouvidos para ouvir. Até mesmo alguns que pensam que ouvem, podem interpretar tudo em um sentido distorcido. A partir desta loucura vem o produto interminável de religiões e caminhos místicos, cada um tão igualmente iludido quanto o outro mas cada um chegando em direção de uma verdade em comum. Haverá sempre aqueles que estão na consciência mortal, pois deve haver alimento para os seres superiores do universo. O vampiro não deve ser confundido ou cegado pela fome sem fim da humanidade, chegou a hora de você se levantar como predador e deixar de ser presa. Afirme: eu sou um Vampiro, eu sou Deus, e daquele ensinamento comece a procurar as verdades alquímicas. Domine o controle do eu, seja adepto da magicka interna, e o caminho vai levar para o domínio sobre outras coisas.