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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Zuvuya parte II

Para acessar Zuvuya Parte I


"Qualquer tecnologia avançada o suficiente é indistinguível da magia"
-Arthur C. Clarke

O que é tecnologia? Basicamente - ferramentas, extensões do corpo humano com o qual nós manipulamos nosso meio-ambiente. Dos machados de pedra a microchips, é tudo tecnologia em seus vários graus de avanço. O que é 'natural'? Nós somos, enquanto animais, separados da natureza? O nosso uso de ferramentas nos diferenciam tanto assim? Há geralmente uma conversia da humanidade 'destruindo a natureza' como se fossemos separadas dela. Eu tenho certeza que nossa realização e a reforma do abuso que já ocorreu, também é parte processo 'natural'. Ou talvez é natural para nós limparmos a nós mesmos e o resto da terra e seus residentes continuar sem nós?

De acordo com a conta longa do calendário Maya, o baktun final, Baktun 13 de 1992-2012 terminou no solstício de 2012, 21 de dezembro. Ao invés de qualquer sentido de finalidade, a realidade parece estar caminhando normalmente, o que é um perigo no ocidente moderno. Não há um 'Baktun 14', portanto presumidamente, da perspectiva Maya, nós estamos agora em uma espécie de 'décima terceira hora' infinita do décimo terceiro Baktun, ou seja o tempo dos sonhos.

"Só tem espaço até o ano 2012."
"Isso irá assustar alguém algum dia"
Claro que os Mayas nunca disseram nada sobre o solstício de 2012 ser o 'fim do mundo' - isso foi os traficantes de medos, produtores de filmes e os adeptos da Nova Era que mal interpretaram o fim do calendário, ou simplesmente exploraram isso para propósitos comerciais sob o disfarce de espiritualidade.
Os próprios Mayas consideravam o empo do 'retorno de Kukulkan'. Chamado Quetzcoatl pelos Astecas, Kukulkan é uma deidade maior da antiga civilização Maya. Esse tempo do solstício de dezembro de 2012 não é um instante isolado, mas todo um período de mudança rápida ao redor da extremidade do aeon, continuando a descontrair suas escamas iridescentes.

Kukulcan/Quetzalcoatl significa 'serpente alada', uma metáfora obvia para a energia da kundalini. Kundalini é  'poder da serpente' que reside em nossos sistemas nervosos, ascendendo a espinha para providenciar inspiração e iluminação (as asas abertas na coroa da cabeça). Existe em quase toda cultura antiga. O Caduceus, o bastão alado estrelaçado com serpentes do mensageiro grego dos Deuses, Hermes, foi apropriado pela medicina ocidental. Sempre foi um simbolo de magia e cura. Nas tradições védicas e hindu, as serpentes macho e fêmea Ida e Pingala se entrelaçam no eixo central 'sushumna' de nossa espinha, entrelaçando entre as 'rodas giratórias' de nossos chakras. No seu livro Hunbatz Men dá a evidencia de antigos figurinos de barro Maya, com quatro pontos na base da espinha, seis no umbigo, etc. - o número de pontos de cada um desses 'centros de poder' correspondendo com o total de 'pétalas' de cada chakra no sistema Hindu!

Hunbatz afirma que o retorno de Quetzalcoatl, seria uma metáfora de ativação dos chakras e a ascenção da Kundalini. O dilúvio bíblico quando Noé aparentemente construiu a sua arca foi um evento histórico provado. Supostamente o próximo 'apocalipse' será por fogo. Não seria legal se esse 'fogo' fosse o 'fogo' metafísico da kundalini ao invés de um cataclisma ecologico literal?
O que o 'retorno de Kukulcan' implica? A ascenção de Kundalini em muitos? Ou seja, o despertar a consciência coletiva e iluminação em massa? A ascensão de serpentes microcósmicas em nossas espinhas e as grandes serpentes da terra? Em muitas culturas antigas a ascenção de uma grande serpente significa o 'fim do mundo' ou o 'fim do tempo', grandes mudanças. Para os aborígenes australianos a ascensão da serpente do arco-íris significa o fim do mundo. Os nórdicos (que também aparentemente profetizaram a vinda dos 'guerreiros do arco-íris', apesar de eu ainda ter que encontrar evidencia sobre isso) falaram do Ragnarok, a batalha os Deuses no fim do mundo, quando o lobo do caos Fenris, consome o sol e a serpente Midgard, a grande serpente circulando a árvore do mundo (Yggdrasil), ascende.
Essa serpente que morde o próprio rabo foi chamada de Oroboros pelos antigos Gregos e Tiamat pelos Babilônicos. Na bíblia é Leviathan, e a besta do apocalipse tem o número 666. Na Kabbalah judaica 6 é o número do sol, sugerindo como no mito nórdico que nosso sol pode ser destruído ou nos destruir (diminuição da camada de ozônio?).

O baktun final (13) da contagem longa Maya foi o baktun de AHAU, que representa a consciência solar - uma era solar, quando nós começaremos a sintonizar mais no centro galático, via as mensagens para os nossos chakras do plexo solar através nosso próprio sol ou kin.
Robert Coon - uma das pessoas que mapearam os centros dos chakras globais onde o Crepúsculo de Prata executou o Trabalho de Chakra Global - prefere o calendário Asteca, que ele afirma substituir o calendário 'morto' Maya, e assim coloca 2039 como o 'retorno de Quetzalcoatl'.

Mas o que é o 'fim' senão outro começo? É mais provável um retorno ao tempo dos sonhos primal xamanico quando matéria e espirito eram indiferenciados. Lançando-se através da lemniscata:

Aqui nós vamos novamente para os portais da aurora, quando o tocador da flauta tocava suas flautas. Ele atraia para baixo a lua com seu tom e os portais se abriam. Osiris ascenda. Ó Pai ascenda novamente. Portanto a processão começava, a progressão dos aeons...

Agora vamos examinar cada era do inicio até agora, e as suas várias interpretações...

O inicio foi chamado o tempo dos sonhos. O Aeon xamanico e o Aeon sem nome. Não é o início do tempo como tal, mas um prologo a ele, como o tempo não era registrado e nem mesmo necessariamente reconhecido. É muito tempo atrás para sabermos. Tal como o futuro, está borrado em mito e especulação. 'História' tal como um registro de eventos sequenciais, certamente não tinham começado.
Para os aborigenes da Australia, isso é chamado o tempo dos sonhos. É o tempo do mito, quando os espiritos ancestrais criaram o mundo. Claro que um desses seres antigos é a serpente do arco-íris atemporal, Almudj.
Outro arquetipo do Aeon xamanico é Pan. Um representativo do animal antigo atavistico e primal no homem, o Deus/a de Chifres era 'tudo' nesse aeon. Portanto surgiu a palavra grega Pan, significando 'Tudo'.
Aion conta sobre Aeon sem nome e a corrente de Pan no seu "Livro do Portal chamado Pan", o texto central do 'Livro do Chifrudo' (The Book of the Horned One', Concrescent Press 2012) descrevendo simbologias qabalisticas e ocultas a essa entidade primal. Pan é 'a besta' dentro da humanidade, dominante antes do ínicio da civilização. Portanto o fim  dos tempos com sua 'besta do apocalipse' novamente conecta de volta ao inicio.

Mas esse 'Aeon sem nome' é de todas as maneiras presente, portanto a simbologia/mitologia recorrente do Deus/a de Chifres. É o eixo central do caduceu/leminiscato, o sushumna através do qual os outros aeons são tecidos e se cruzam. Tal como a besta - nossa natureza animal/instintiva subjacente - está sempre inerente dentro de nós apesar do veneer da civilização, portanto o sonhar central sempre está lá, por mais submersso que possa estar por algum paradigma materialista ou racionalista. E nós devemos sempre re-tornar...

Na Qabalah, a tradição esoterica subjacente por detrás do que se tornou a religião exoterica bíblica do Cristianismo, há uma fórmula chamada Tetragrammaton. Há uma palavra de quatro letras (tetra=quatro) para Deus no antigo alfabeto hebraico: YHVH - mas é também uma formula mágicka para quatro aeons sucessivos. Estão relacionados os quatro elementos existente, e assim como a Qabalah aparentemente tem suas origens no conhecimento antigo egípcio, cada um desses aeons carrega uma deidade egípcia como seu 'representante' simbólico ou titulo.
A primeira letra, Yod, representa Osiris, o 'He(h)' Isis, o 'Vau' Hórus e o final 'He' Maat: O pai, a mãe, o filho e a filha. Essa é uma visão muito ocidental dos períodos de tempo e certamente não se aplica ao mundo todo historicamente, mas mesmo se reconhecido como uma perspectiva limitada historicamente, ainda assim oferece alguns insights interessantes para as partes do mundo no qual se aplicam.

O Aeon de Isis, o Matriarcado, na verdade precedeu o de Osiris apesar da a ordem aparente contraditória das lestras YHVH, que está ordenada de acordo com a idéia da semente masculina (o Y ou Yod da formula) iniciando o processo de concepção ao invés de uma reflexação da progressão aeonica. O Aeon de Isis foi o primeiro 'aeon' da história. Nada era registrado ainda, mas a civilização definitivamente começou. A mãe, Deusa da fertilidade, reinou enquanto a agricultura deu inicio. A lua e a terra eram adoradas e veneradas como Deusas sagradas. A cultura básica pagã floresceu.

Então gradualmente o patriarcado surgiu. O advento do calendário solar trouxe o Aeon de Osiris, o pai. Os cultos solares pagãos floresceram. Surgiu a religião organizada. O cristianismo começou a se espalhar ao redor do mundo, se tornando eventualmente  o paradigma dominante enquanto ele substituiu as mitologias do velho mundo e panteões com seu dogma monoteistico de 'um Deus (homem)' Simultaneamente nós vimos a ascensão do racionalismo materialista cientifico e o advento da industrialização. A tecnologia começou a progredir em um ritmo acelerado, e a arte começou a estar submersa por detrás do ataque devastador da praticidade.
A magia se tornou esotérica, oculta, escondida. O ritual, a dança das pessoas comuns com os elementos durante o matriarcado, se tornou the cloistered province do sacerdócio patriarcal. Esses poucos que continuaram os caminhos antigos fizeram de maneira secreta, temendo a fúria a igreja fundamentalista e suas inquisições.

De qualquer maneira a magia e o paganismo continuaram nas sombras, e como a ciência se tornou ainda mais dominante, Aleister Crowley emergiu como um representante do renascimento oculto. Nessa época praticamente todos que se interessavam por magia eram considerados malignos, portanto ao invés de tentar refutar isso Crowley explorou a imagem sinistra como 'o homem mais perverso do mundo', representando o adversário e atraindo muitos que estavam frustrados com a mediocridade da Igreja e Estado.
As práticas de Crowley realmente introduziram um elemento de 'ciência' para a magia como nunca antes, introduzindo metodologias ainda mais precisas enquanto ainda revelling na poesia da cerimonia e do ritual.

Entra o Falcão: Em 1904, Crowley inaugura o 'Aeon de Hórus', a criança coroada e conquistadora com a recepção do Livro da Lei, , 'Liber AL vel Legis'.
O aeon do filho ou criança nasceu com o expurgo da primeira guerra mundial, que Crowley viu como o limpar dos escombros  do velho Aeon. Hórus é o senhor guerreiro com cabeça de falcão, filho de Isis, a mãe e Osiris, o pai, cujo trono ele herdou na antiga formula do Tetragrammaton.

A influencia de Crowley e seu trabalho no mundo oculto é vasto, se alongando em muitos cantos mal-iluminados de várias seitas e ordens. A recepção de informação similar independente, também com imagem de falcão, por outros tais como o psíquico Uri geller, o revolucionário psicodélico e psicólogo Timothy Leary, o autor/filósofo quântico Robert Anton Wilson, e o fundador da Federação Damanhur ('Cidade de Hórus') Falco, alimenta as afirmações de Crowley de transmissões de fontes extraterrestres, aparentemente através das estrelas binares de Sirius; ou pelo menos confirma as sementes de nossa consciência coletiva plantada pelos antigos egípcios (uma cultura muito similar em interesses astronômicos e arquitetura com os Mayas) que adoraram Sirius como Sothis.
Externamente, o aeon da criança também aparenta estar se manifestando. Desde da década de 50, um novo espirito de rebelião da juventude emergiu dos valores conservadores do patriarcado, com o advento da musica rock ao movimento hippie flower power ao reacionismo do punk a síntese corrente de todas essas subculturas (e mais) em uma nova prole que geralmente abraça ambas tecnologias modernas e espiritualidade do velho mundo. Paganismo, panteísmo e mesmo atitudes animísticas re-emergem e a igreja cristã começa seu declínio em estagnação.

Continua...

Escrito por Orryelle Bascule-Defenestrate
Tradução: 
AShTarot Cognatus


O tempo do calendário chegou. A nova era se inicia agora. Os deuses mayas retornam para governar. Kulkukan governa a todos!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

LIBER XIII


LIBER XIII

por Orryelle Bascule-Defenestrate
tradução: AShTarot Cognatus



Há de vir um momento
Um tempo de Ajuste (1)

Todos os corações serão pesados contra a pena
Nas balanças-serpente da Justiça. Anahata será perfurado,
E os outros seis,
Vibrações de Vissuddha ativando tudo

As balanças das serpentes serão ouvidas de C
E visto como um Arco-íris
Os dois que são 6 e 9 subirão em Doze escolhidos
Que são unidos pelo Décimo terceiro
(Que tem oito membros e pode usar um véu triplo)
Até a teia ser tecida
E a Coroa ser erguida
Nos céus
As oitavas adicionais ascenderam
As balanças das serpentes em aberto

Enquanto a energia retorna de longe
>De Hunab-ku atravês de Sirius e Andromeda
E os Doze se tornarão Treze pelos Sete
Formando o estrela-diamante de manifestação (ma-nifestat-ion) (2)
De forma que os dormentes acordem

E este rito de Sete por Treze
Deverá ocorrer no Sete de Gaia
Sete por sete, microcosmo e macrocosmo
(Assim 49 novamente, o Ovo deve seguramente RACHAR)

Quetzalcoatl vêem
Caminhar entre nós
Nós subimos com ele
Em Estrelas Infinitas e Espaço Infinito não vistos (3)
Od partirá nossos esquemas celulares
Ob tecerá nos intervalos de espaço
A Verdade será celebrada no Equilíbrio
O bastão encherá o cálice
A espada deixará a pedra
(Pela mesma boca, pelo mesmo osso)
Nós seremos Todos Um, somente. (4)

Comentários do Tradutor:

Esse Liber contém alguns trocadilhos em inglês e portanto é melhor apreciado
no original. Abaixo seguem algumas notas na tentativa de explicar esses
trocadilhos.

1 -Esse Ajuste se refere ao Atu VIII - Ajustamento.
2- A palavra manifestação é escrita ma-nifestat-ion na Loja Horus-Maat para
refletir uma fórmula de Frater Achad sobre a manifestação do Aeon de Maat
chamado por ele de MA-ION.
3- Em inglês, Estrelas Infinitas e Espaço Infinito é "Infinite Stars and
Infinite Space" ou I.S.I.S.
4- No original em inglês há um trocadilho: "We shall be All One, AlOne". All
One (todos um) e AlOne (somente).

Fonte: http://www.crossroads.wild.net.au/
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LIBER XIII
There shall come a time
A time of Adjustment
All hearts shall be weighed against the feather
On the serpent-scales of Justice. Anahata shall be pierced,
And the other six,
Vibrations from Vissuddha activating all

The serpents' scales shall be heard from C
And seen as a Rainbow
The two who are 6 and 9 shall rise in Twelve chosen
Who are joined by the Thirteenth
(Who hath eight limbs and may wear a triple veil)
Until the web is woven
And the Crown is lifted
Into the heavens
The further octaves ascended
The scales of the serpents open-ended

While the energy returns from afar
>From Hunab-ku through Sirius and Andromeda
And the Twelve shall become Thirteen via the Seven
Forming the star-diamond of ma-nifestat-ion
So that the sleepers awaken

And this rite of Seven by Thirteen
Shall occur at Gaia's Seven
Seven by seven, microcosm and macrocosm
(Thus 49 again, the Egg shall surely CR ACK)

Quetzalcoatl cometh
To walk among us
We rise with him
Into Infinite Stars and Infinite Space unseen
Od shall cleave our cellular schemes
Ob shall weave in the space between
The Truth shall be held in the Balance
The staff shall fill the chalice
The sword shall leave the stone
(By the same mouth, by the same bone)
We shall be All One, AlOne

sexta-feira, 14 de junho de 2013

LAmed-LAfcursiax



LAmed-LAfcursiax


(Meio –Lápis e Photoshop) (c)2001
Orryelle Defenestrate-Bascule
Tradução: AShTarot Cognatus


O Trunfo de Tarô Justiça/Ajustamento é o caminho de Lamed no lado diurno da Árvore de Vida. O Reflexo disto é o Túnel de Lafcursiax no lado noturno da Árvore. O Desequilíbrio ondulando neste reflexo polariza a Balança do trunfo da Justiça. Ainda este desequilíbrio é um contraponto para se equilibrar, e no final das contas equilibrando isto. 
Assim a tapeçaria de Maya fractaliza como dualidades sempre rachando, continua para procriar...

terça-feira, 21 de maio de 2013

Carta de Tarot JUSTIÇA/AJUSTAMENTO


Carta de Tarot JUSTIÇA/AJUSTAMENTO


Do The BOOK ov ChAOS

(Meio -Lápis) Imagem e Texto (c) 2001
Orryelle Defenestrate-Bascule <mailto:odxob@yahoo.com>
tradução: AShTarot Cognatus

O arquétipo da Justiça de Maat, como Deusa de Verdade, é no final das contas sem rosto. Ela é uma essência intangível, como Nada (No-Thing) é Verdadeiro (1) - em termos de Absolutos. Desta fonte vazia vêem as máscaras diferentes feitas por nossas percepções e experiências. Descrito aqui estão diferentes máscaras culturais e míticas e formas de Maat: Partido do centro - A Deusa solar egípcia Sekhmet com cabeça de leoa (a forma antes conhecida da Maat egípcia é Tefnut/Mayet com cabeça de leoa, a Ordem Mundial), cujo símbolo como Maat é o Ankh de Vida, e que é representado por mel, abelhas e o lemniscate (símbolo do infinito); a velha lunar grega Hecate, um aspecto dos Três Destinos ou Moerae, do qual é composto Moiera, a versão grega do arquétipo de Justiça com espada e balanças; o Hoor-Paar-Kraat egípcio (Harpocrat para os gregos), na forma de criança inocente de Horus, que com o gêmeo Ra-Hoor-Khuit de cabeça de falcão representa os aspectos passivos/receptivos da existência, como significado pelo Sinal de Silêncio; o Deus hindu Ganesh com cabeça de elefante, que como o criador e removedor de Obstáculos está muito preocupado com o Equilíbrio; e o enigmático Arlequim, ArleQuintEssencia da Piada Cósmica (2).

Ramificando para a direita do centro estão as máscaras de Isis, Deusa mãe estelar egípcia das águas do Nilo que com a sua irmã obscura Nepthyss são o Maati; a criadora e destruidora hindu Kali, bonita e terrível Deusa negra de sangue, morte, noite e nutrindo -como destruidora do medo ela atrai para mais íntimo a Verdade; Baphomet - a forma hermaphroditica de Pan, nome grego do Deus Cornifero da maioria das culturas antigas. Pan (=131=Truth (Verdade)=Baphomitr) (3) significa 'Tudo' e combinado com o ' Nada' de Nuit tudo é incluido. Uma Máscara manifesta de Maat, Ele/Ela é a Forma Se tornando (4); e uma Abelha, emissário insectoide de Maat e representando a mentalidade de colméia de N'aton. Estas máscaras são só alguns exemplos, eles extendem-se infinitamente em qualquer lado, como estrelas no vácuo, as multidões de Manifestações (Ma-nifestat-ion) de Nuit, a Deusa do Universo cujo corpo estrelado se curva em cima do topo do quadro.

Os egípcios representaram Maat com o Hieróglifo da Pena, aqui dobrada para representar as permutações positivas e negativas da dualidade como Nada (5) manifestado em forma. A simetria da imagem é indicativa da Harmonia e Equilíbrio que Maat representa. A Espada duplamente-afiada (Zain) de Divisão é uma extensão disto, a percepção da mente limpando a essência em padrão, a tapeçaria de Maya (Ilusão). O cabo da espada é gravado com Íbises, o totem de Thoth, Deus-escriba de Registros e Medidas e cônjuge de Maat, e do qual penduram as balanças de Justiça, no qual Maat pesa o Coração do defunto contra a sua
pena de Verdade, como na mitologia egípcia.

A Serpente das Eras enrolam em um Lemniscate da Eternidade ao redor desta Espada, que como seu eixo forma o Lemniscate Aeonico e o sigilo da Palavra de Maat, IPSOS (' Pela Mesma Boca'). O Livro de Lei, o Logos sagrado que forma a realidade, no qual o Escriba Thoth mede as formulas da civilização, é receptivo a ponta da Espada que é gravada com a runa de ligação de N'aton a Consciência Coletiva. Esta mentalidade de grupo é representada pela Colmeia  as celas hexagonais (atu) qual ramificam em uma teia de interconexões. Circuitos sobrepondo A Árvore de Vida (Qabbala), como um modelo primário para traçar esta interconectividade, é descrita com outra simbologia e geometrias como infra-estruturas no despertar da mentalidade de Colmeia

O Abismo, Daath, racha perigosa na Viagem para cima da Árvore, forma uma teia espiralando pela Colmeia  conexão em perda do ego. Desta racha emerge Sebekh, Deus/a crocodilo que são alimentado de almas cujos corações são muito pesado para a Pena.

A Dança de Maat é de Equilíbrio. É sobre  seguir a Verdadeira Vontade, assim em acordo com o Universo e o Si-mesmo (Self) simultaneamente, achando aquela Harmonia sagrada de forma que a Alegria pode ser mantida.

Notas do Tradutor:
1 - Em ingles “Nothing is True”. Nothing (nada) também pode ser lido como No-thing e interpretado como No (não) thing (coisa). Fazendo um trocadilho dizendo q a coisa-q-não- é, é verdadeira.
2 - No original HarleQuin ou HarleQuintEssence, indicando a Quintessencia de Arlequim.
3 – Aqui Truth (Verdade) foi deixado no original por se tratar de cálculos de Qabbalah Inglesa.
4 – No original Se tornando (BeComing) pode ser interpretado como Be (ser) Coming (vindo), BeComing - o ser (self) vindo.
5 – No-thing como na primeira nota.